O farol é uma torre redonda e alta que tem a função de ajudar na navegação. Ele indica às embarcações a proximidade de locais perigosos, da costa ou de um porto. Os faróis tradicionais eram construídos sempre em terra firme, mas os modernos também podem ser encontrados em plataformas no meio da água.

Acima de tudo, o farol deve ser visível a uma grande distância, seja de dia, seja de noite. Por isso, além de ser alto, ele emite uma luz forte do alto da torre. A luz dos faróis tradicionais costumava ser operada por faroleiros que viviam no local, mas muitos faróis modernos já possuem luzes automáticas, operadas por controle remoto.

Tipos de sinal

Os primeiros faróis usavam fogueiras como fonte de luz. Mais tarde, passaram a usar grandes lamparinas que queimavam óleo ou gás. Atualmente, a fonte luminosa padrão é a lâmpada elétrica. A luz da lâmpada passa por uma lente especial, onde é transformada em um feixe luminoso que pode ser visto de longe. Como a lâmpada e a lente são giratórias, a luz do farol pode ir para todas as direções.

Quando o tempo está fechado, com muita névoa, a luz pode não ser avistada. Então, para ser percebido pelos navios, o farol precisa usar outros métodos, como o som. Antigamente eram usados tiros de canhão ou o bater de sinos, mas hoje o alerta sonoro mais comum é a buzina de neblina. Os faróis modernos também podem enviar sinais de rádio e de radar aos navios que passam.

Navios-faróis e boias

Navios-faróis e boias são equipamentos móveis, usados em áreas em que é impossível construir um farol. Os navios-faróis modernos são equipados com luzes, buzinas de neblina e rádio. As boias são pequenos objetos flutuantes que fornecem iluminação aos navegadores, além de transmitir outras informações, conforme sua cor e seu formato.

História

É provável que o primeiro farol tenha sido o Farol de Alexandria, construído em cerca de 280 a.C. no Egito. Os fenícios, os gregos e os romanos também construíram faróis na Antiguidade. À medida que aumentou a frota de navios, por volta do século XII, a construção de faróis também aumentou.

Em 1759, um engenheiro inglês chamado John Smeaton projetou um novo tipo de farol, que se tornou o padrão dali por diante. No lugar da madeira, foram usados blocos de pedra encaixados. Com isso, a estrutura da torre ganhou força para resistir às ondas mais violentas. A maioria dos faróis atuais é feita de concreto e aço.

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