A galinha é uma ave que as pessoas criam no mundo inteiro. Ela pertence ao grupo das chamadas aves de criação, que foram domesticadas pelo ser humano. Dela se aproveitam a carne, os ovos e as penas.

As galinhas têm asas pequenas e corpo pesado, o que torna seu voo difícil. O macho da galinha é o galo. Os galos costumam ter penas bem coloridas. Elas podem ser vermelhas, verdes, marrons, pretas ou de outras cores. As galinhas são geralmente marrons ou brancas. Tanto machos quanto fêmeas têm crista (uma saliência carnosa no topo da cabeça), além de uma ou duas barbelas (a barbela é uma pele que pende do pescoço de algumas aves). Machos e fêmeas emitem sons chamados cacarejos. O do galo é mais forte e impositivo que o da galinha. Para brigar e se defender, o galo usa as esporas que tem nas patas.

A criação comercial de galinhas costuma acontecer em granjas grandes e modernas. As aves são alimentadas com milho e outros grãos. Alguns fazendeiros deixam as galinhas perambular ao ar livre, mas à noite elas são alojadas em lugares fechados para dormir.

No Brasil, chama-se de galinha caipira aquela criada solta, geralmente em chão de terra, e que à noite dorme no poleiro, no galinheiro. A galinha caipira não pertence a nenhuma raça definida.

As galinhas podem botar mais de duzentos ovos por ano. Se uma galinha acasala com um galo antes de botar, os ovos são fertilizados. Nesse caso, diz-se que são ovos galados, o que significa que de dentro deles nascerão pintinhos. Mas as galinhas também podem botar ovos sem acasalar. Esses ovos sem fertilização são aqueles que as pessoas usam na alimentação. Os pintinhos, quando crescem, antes de se tornar galos ou galinhas, são conhecidos como frangos.

Aves selvagens chamadas galos-banquivas são consideradas os ancestrais das galinhas. O galo-banquiva pertence à família do faisão e vive em algumas regiões da Ásia, principalmente na Índia. Ele come sementes, frutas e insetos e se refugia nas árvores para escapar dos predadores.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.