O segundo dinossauro descoberto pela ciência foi o iguanodonte, nome que significa “dente de iguana”. Cientistas escolheram esse nome porque os dentes do iguanodonte eram muito parecidos com os das iguanas atuais. A descoberta do iguanodonte trouxe a confirmação de que os dinossauros eram répteis.

Quando e onde viveu o iguanodonte

O iguanodonte viveu de cerca de 159 milhões a 99 milhões de anos atrás. Vestígios desse animal foram encontrados na Europa, na África, na Austrália, na Ásia e na América do Norte.

Características físicas

O iguanodonte tinha cerca de 9 metros de comprimento e 5 metros de altura, e pesava entre 4 e 5 toneladas. Sua principal característica eram as patas frontais com cinco dedos, que pareciam mãos. As pernas traseiras eram longas e resistentes. Suas grandes bolsas bucais continham dentes sulcados. Um bico ósseo na extremidade do focinho fazia o papel dos dentes frontais.

Comportamento

Herbívoro, o iguanodonte se alimentava de plantas que cresciam ao longo de ribeirões e rios. Para alcançar as folhas nas árvores, ele se erguia sobre as duas pernas traseiras, equilibrando-se com a cauda. Seu polegar, com uma garra enorme, continua sendo um mistério para os cientistas. É possível que ele servisse para arrancar plantas ou como arma de autodefesa contra machos rivais na temporada de reprodução. Foram achados vestígios de iguanodontes agrupados, o que leva a crer que eles vagavam em bandos na Terra pré-histórica.

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