As ilhas Galápagos ficaram famosas graças ao cientista Charles Darwin, que desenvolveu a teoria da evolução das espécies após estudar as plantas e os animais da região no século XIX. A teoria, que explica como os seres vivos se transformam e se adaptam com o passar das gerações, mudou a biologia para sempre. Darwin não foi o primeiro a visitar as ilhas Galápagos, mas elas ficam tão longe de outras terras que raramente alguém ia até lá antes dele.

Geografia

O arquipélago das Galápagos é composto de treze ilhas principais, seis menores e diversas ilhotas. Elas se situam ao longo da linha equatorial, no oceano Pacífico, mil quilômetros a oeste do Equador, um país da América do Sul. O arquipélago se distribui por uma área de 59.500 km 2.

As ilhas têm origem vulcânica, e alguns vulcões ainda estão em atividade. A paisagem é composta de montanhas, crateras e penhascos. Não há muita chuva, e a temperatura média é de 25°C.

Flora e fauna

Devido a seu isolamento, as plantas e os animais encontrados nas Galápagos são muito incomuns. Nas terras baixas e secas crescem cactos, enquanto as regiões mais altas são cobertas de vegetação densa e úmida, em que se encontram samambaias e musgos. Havia tantas tartarugas-gigantes nas ilhas que os exploradores espanhóis as usaram para dar nome ao lugar — em espanhol, galápago significa “tartaruga”. As tartarugas de lá vivem até 150 anos, o que, acredita-se, é mais do que qualquer outro animal da Terra alcança. As ilhas também abrigam iguanas terrestres e raras iguanas marinhas, que se alimentam de algas.

População e economia

O arquipélago das Galápagos pertence ao Equador, e a maioria de sua população é composta de equatorianos, que se concentram nas ilhas maiores. Muitas ilhas não são povoadas. A ilha de Baltra tem uma base militar. O turismo, a pesca e a agricultura são os principais setores da economia. A população é de 25.124 habitantes (censo de 2010).

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