O inhame é um rizoma, isto é, uma espécie de caule modificado que leva água e nutrientes para a planta. O inhame pertence ao gênero Dioscorea. Originário da África, foi trazido para o Brasil no século XVI pelos portugueses. Dizem os estudiosos das línguas que seu nome deriva de “nham”, palavra usada nas primeiras tentativas de comunicação dos portugueses com os bantos, na África, para perguntar se era um produto que se podia comer.

Alimento rico

Em certas regiões do Brasil, o inhame é chamado de cará, mas é importante esclarecer que o cará pertence ao gênero Colocasia. Assim, embora esteja difundido o uso do nome cará para designar o inhame, ele não está correto.

O inhame é rico em cálcio, ferro, fósforo e vitaminas, principalmente as do grupo B — em especial a B1, fundamental para o crescimento, e a B5, importante para o sistema imunológico (de defesa) do organismo. Ele também possui bastante amido, que é uma excelente fonte de energia.

O inhame é facilmente adaptável e resistente a pragas. Por isso, é cultivado em regiões distintas do Brasil, da Ásia e da África. Para crescer, precisa apenas de sol, calor e umidade.

Culinária

Pelo fato de ter sabor pouco acentuado, o inhame é utilizado em pratos variados, podendo acompanhar assados e ensopados, ou até ser preparado como pão. A sua utilização em sopas é também bastante difundida, devido ao seu valor nutricional.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.