Jornal é uma publicação que leva às pessoas notícias de seu interesse, de sua cidade, do mundo. As pessoas leem jornais para obter informação sobre fatos importantes. Os jornais são publicados com alguma periodicidade — todos os dias, uma vez por semana ou mensalmente, por exemplo. A Índia, os Estados Unidos, a China e o Brasil são os quatro primeiros na lista dos países que publicam mais jornais diários no mundo.

O principal conteúdo de um jornal é a notícia, ou seja, o relato de acontecimentos locais, nacionais ou internacionais. Cultura, lazer, esportes, economia e outros assuntos de interesse geral fazem parte da pauta jornalística. Artigos que expõem ideias ou opiniões, escritos por jornalistas ou por pessoas de outras áreas do conhecimento, também aparecem regularmente nos jornais. Parte do espaço das páginas se destina à publicidade paga pelos anunciantes.

A produção do jornal

A publicação de um jornal envolve muitas pessoas. Os editores decidem quais temas serão abordados em cada número e qual o espaço que cada notícia vai ocupar. Os repórteres colhem dados e escrevem matérias. Os fotógrafos produzem as imagens. Os diagramadores desenham as páginas. Outros funcionários se ocupam de outras áreas, como a captação de assinaturas, os anúncios, a impressão, a distribuição e a venda do jornal.

Com os meios de transmissão eletrônica, atualmente é comum um jornal ser produzido em uma cidade e impresso em outra, a quilômetros de distância, para ser distribuído. Isso economiza tempo, além de diminuir o custo com o transporte de milhares de jornais por via rodoviária, com caminhões cruzando os países de madrugada para chegar a locais distantes.

Obter informações era uma tarefa cara e difícil antes da criação das agências de notícias. Surgidas no século XIX, essas empresas recolhem informações no mundo inteiro e abastecem os jornais com notícias variadas. A Associated Press, a France Press e a Reuters são algumas das agências de notícias internacionais mais tradicionais. Com a criação da internet, no entanto, as fontes de notícias se multiplicaram aos milhares e é possível acessar sites noticiosos do mundo inteiro para colher informações que gerem ou complementem as notícias dos jornais impressos.

Uma pequena comunidade, um grêmio estudantil, um clube de amigos, todos podem ter seu próprio jornal. Ele nasce do interesse em ter um meio de expressão e de informação local. Chama-se popularmente “Jornal do Poste” um tipo de publicação que, em pequenas localidades, informa a população sobre assuntos de seu interesse e que muitas vezes não são veiculados pela imprensa local. Ele, como o nome indica, é constituído de apenas uma folha e colado nos postes da cidade.

História

A invenção da impressão com tipos móveis pelo alemão Johannes Gutenberg, por volta de 1439, permitiu a reprodução de textos e de imagens em larga escala. A partir dessa época, começaram a circular na Europa publicações com notícias. Jornais parecidos com os que conhecemos hoje surgiram no início do século XVII na Europa e no Japão. Data de 1704 o primeiro jornal a circular nas colônias britânicas que formariam os Estados Unidos. O pioneiro da imprensa brasileira foi o Correio Brasiliense, editado por Hipólito José da Costa em 1808, na Inglaterra. O primeiro jornal impresso no Brasil foi a Gazeta do Rio de Janeiro, também de 1808.

A liberdade de imprensa é vital para a existência dos jornais. Países autoritários impedem a divulgação de notícias que criticam o governo ou que sejam contrárias a seus interesses. Em países democráticos, contudo, não existe censura prévia. Os jornais publicam o que julgam certo e respondem na justiça pelos excessos cometidos.

A invenção do computador mudou a forma de fazer jornal. Hoje, jornalistas podem enviar textos por e-mail do local em que se encontram. Editores e programadores visuais podem decidir o conteúdo e o desenho das páginas na tela do computador. E, com o surgimento da internet, muitas pessoas e jornais começaram a publicar artigos e reportagens em blogs e não mais em papel impresso.

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