Dá-se o nome de múmia ao cadáver preservado com produtos químicos. Os incas do Peru mumificavam seus mortos, assim como os povos antigos da Austrália e de algumas ilhas do Pacífico. No entanto, as múmias do antigo Egito são as mais famosas.

Os egípcios fizeram múmias durante mais de 3 mil anos. Os métodos que empregavam mudaram com o passar dos séculos. Durante o Novo Império (séculos XVI a XI a.C.), eles mumificaram reis e nobres mortos.

O processo de mumificação levava setenta dias. Os trabalhadores funerários primeiro retiravam o cérebro e todos os órgãos internos, exceto o coração. Em seguida, guardavam os órgãos em jarros. Depois envolviam o corpo em sal ou produtos químicos, para retirar a gordura e a camada externa da pele. Quando o corpo secava, eles o tratavam, interna e externamente, com especiarias e substâncias preservadoras. Depois o envolviam com bandagens de linho, frequentemente pintando-as com símbolos religiosos e um retrato do rosto do morto. Por fim, colocavam a múmia num caixão esculpido e pintado.

Os egípcios não usavam esse processo para os corpos de pessoas pobres, que eram apenas secos com sal e envoltos em tecidos grosseiros. Mas alguns animais, especialmente gatos, eram mumificados.

As múmias tinham significado religioso. Os egípcios antigos achavam que os mortos precisavam do corpo para chegar ao outro mundo. Eles acreditavam que, desde que o corpo fosse preservado, a alma poderia viver.

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