A malária é uma doença grave transmitida por mosquitos do gênero Anopheles, que vivem nas regiões tropicais do planeta. A maioria dos casos tem cura. Entretanto, pelo menos 1 milhão de pessoas morre de malária todo ano, e grande parte delas é de crianças da África.

A doença é causada por seres vivos microscópicos chamados protozoários, que se hospedam dentro dos mosquitos. Dessa forma, quando um mosquito infectado pica alguém, os protozoários entram no sangue da pessoa, parasitando e destruindo os seus glóbulos vermelhos.

Os sintomas da malária se manifestam em geral de uma semana a um mês após a picada do mosquito e se caracterizam por febres fortes, calafrios e enxaquecas. Além disso, a anemia é um efeito decorrente da malária, já que os glóbulos vermelhos são destruídos. Essa doença ainda pode afetar órgãos como o baço, os rins, os pulmões e a medula óssea.

A malária pode ser prevenida controlando-se o número de mosquitos nas áreas tropicais. Para isso faz-se a pulverização com inseticidas, a fim de que os mosquitos morram. Outra solução é drenar águas paradas e tanques de água, que são os locais em que os mosquitos se reproduzem. Também existem remédios para combater a doença.

No começo do século XX a malária atingia praticamente todo o Brasil. Os médicos sanitaristas e cientistas brasileiros Osvaldo Cruz e Carlos Chagas tiveram um papel fundamental no combate à malária e outras doenças infecciosas no país. No início do século XXI ela se limitava quase só à Amazônia. Controlada até os anos 1990, voltou a se alastrar depois disso devido a projetos agropecuários, à construção de rodovias e hidrelétricas e às atividades de garimpo e mineração desenvolvidas nessa região, atingindo a média de 500 mil pessoas por ano na região amazônica.

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