Mangá é o nome que se dá às histórias em quadrinhos feitas no Japão com um estilo especial. Esses desenhos tiveram influência dos quadrinhos americanos, mas, de certa forma, os japoneses acabaram criando um tipo original de narrativa em quadrinhos. Ele tem estilo muito próprio, tanto na forma dos desenhos como no modo de ler, que é abrindo o gibi ou revista da direita para a esquerda (mesmo a maioria dos que são publicados no Brasil). Os personagens têm olhos grandes e, quando há uso de cores, tudo é muito colorido — ainda que boa parte do que chega ao leitor seja em preto e branco; nesse caso, apenas alguns desenhos ou a capa são bem coloridos.

Quem cria o mangá se chama mangaká, e um dos mais famosos desenhistas do Japão é Osamo Tezuka, considerado o pai do mangá moderno, como os que hoje são encontrados nas bancas; ele é o criador de Astro Boy e A princesa e o cavaleiro.

No Brasil, o tipo de desenho do mangá é bastante comum, principalmente nos desenhos animados ou animações que passam na televisão. A versão animada desse tipo de quadrinhos que é exibida na televisão chama-se animê.

O mangá se tornou popular no Brasil por volta de 1995, principalmente por conta dos animês Cavaleiros do Zodíaco, Pokémon e Dragon Ball. Esses desenhos alcançaram tanto sucesso entre a criançada que as editoras de livros e de revistas resolveram publicar as histórias impressas dos personagens.

O mangá faz tanto sucesso no Japão que, além das bancas de revistas, existem lojas especializadas nessa arte que vendem os mais diversos tipos de histórias. Além disso, no Japão existem os Mangá Cafés, que chegam a ficar abertos pelas 24 horas do dia. Há revistas caríssimas que só podem ser lidas enquanto se está num café desse tipo. As prateleiras das bibliotecas públicas do Japão também são repletas de mangás.

As revistas de mangá têm histórias para todo tipo de público: adultos e crianças, meninos e meninas.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.