Os minerais são substâncias inorgânicas, isto é, não vêm de nenhum animal ou planta. Eles formam as rochas, as areias e os solos do planeta Terra. São encontrados na superfície e também nas profundezas subterrâneas.

A mineralogia é a ciência dos minerais. Os mineralogistas são as pessoas que estudam os minerais. Eles identificaram cerca de 1.500 minerais. Entre os mais comuns estão os metais, como ouro, prata, cobre e platina. Outros minerais bem conhecidos são: diamante, quartzo, enxofre, mica, talco e sal.

Propriedades dos minerais

Os mineralogistas usam três propriedades principais para identificar um mineral: cor, dureza e clivagem. Também podem fazer outros testes, entre eles o de verificar como o mineral reage à eletricidade ou a magnetos ou ímãs.

Os minerais existem em muitas cores distintas. Também refletem a luz de maneiras diferentes. Alguns são transparentes, isto é, permitem que se veja através deles. Outros são iridescentes, ou seja, sua cor muda conforme a luz incide sobre eles partindo de diferentes direções.

Os mineralogistas descrevem a dureza de um mineral com o uso da escala de Mohs, que lista dez minerais típicos, desde o mais macio (talco) até o mais duro (diamante). Um mineral pode ser identificado comparando sua dureza com a desses dez minerais.

A clivagem de um mineral é a maneira como ele se divide ou se quebra. A mica, por exemplo, se quebra em camadas finas e planas.

Usos

Os animais e as plantas precisam dos minerais para viver. Os minerais são encontrados nos alimentos. Por exemplo, os homens e os animais precisam do cálcio para desenvolver ossos e dentes saudáveis. Assim, encontram os minerais de que precisam no leite, nos ovos, na carne de animais herbívoros, nos legumes, nos cereais, nas verduras e nas frutas. Muitas plantas extraem do solo os minerais de que precisam.

As pessoas também usam minerais para construir edifícios, máquinas, ferramentas, produtos de limpeza, cosméticos, joalheria e muitos outros itens. A atividade de extrair minerais do solo chama-se mineração.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.