A paz é a relação tranquila entre pessoas e entre nações, sem conflitos, sem violência. Pessoas de todo o mundo desejam paz, mas isso é difícil conseguir. Para alcançá-la, muitas vezes é necessário negociar e abrir mão de algumas coisas. Ela é resultante de acordos, não de submissão. As guerras têm sido constantes na história da humanidade. Desde o século XIX, grupos de pessoas começaram a organizar movimentos para tentar concretizar o compromisso com a paz.

As pessoas que por alguma razão se opõem à guerra são chamadas pacifistas. Antes que os movimentos pela paz fossem organizados, alguns grupos religiosos já se opunham às guerras. Budistas acreditam que toda violência é errada. Muitos cristãos, entre eles os dos ramos anabatista, menonita e quacre, também são pacifistas.

O primeiro movimento não religioso pela paz começou nos Estados Unidos, em 1815. Diferentes grupos foram se formando depois ao redor do mundo. Os horrores da Primeira Guerra Mundial levaram as pessoas e até governos a formar grupos pela paz. Em 1920, 42 países formaram a Liga das Nações com o objetivo de solucionar os conflitos através de negociações pacíficas. Após a Segunda Guerra Mundial, a liga foi substituída pela Organização das Nações Unidas.

Quando inimigos atacam e cidadãos de um determinado país morrem, geralmente os movimentos locais pela paz perdem força. Quando a Segunda Guerra Mundial começou, por exemplo, muitos americanos não queriam que seu país se envolvesse no conflito. Contudo, quando os japoneses bombardearam Pearl Harbour, em 1941, a maioria da população dos Estados Unidos concordou em que era preciso lutar.

Mesmo durante guerras impopulares, há quem critique os movimentos pela paz. Na década de 1960, por exemplo, jovens de todo o mundo formaram movimentos de paz pelo fim da Guerra do Vietnã. Muitos cidadãos americanos, no entanto, julgavam que as pessoas que protestavam estavam sendo desleais em relação aos Estados Unidos. Em 2003, muitos americanos também discordaram dos movimentos pela paz que eram contra a guerra no Iraque.

Mesmo assim, no final do século XX e no início do XXI, a maioria dos países estão de acordo na ideia de que a paz é um objetivo importante. Muitos governos concordaram em limitar a construção de armas nucleares. Eles também procuram maneiras de lutar contra o terrorismo, outra ameaça à paz mundial.

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