O nariz é um importante órgão usado para a respiração e para o olfato. No ser humano, o nariz situa-se no meio do rosto, acima da boca. As duas aberturas do nariz são denominadas narinas. Muitos outros animais também possuem nariz.

O nariz do ser humano

Quando respiramos, o ar entra pelas narinas, passa pela garganta e chega até os pulmões. Uma divisão resistente e flexível chamada cartilagem separa as narinas em duas cavidades, as fossas nasais, que são revestidas por um líquido conhecido como muco, o qual ajuda a umedecer o ar e também retém partículas de sujeira e bactérias. Existem pelos nas fossas nasais que ajudam a filtrar o ar juntamente com o muco.

Quando o ar passa pelas fossas nasais, ele leva consigo diferentes cheiros. Minúsculas terminações nervosas existentes ali captam esses cheiros e transmitem ao cérebro essas informações.

Entupimentos ou irritações nas fossas nasais podem dificultar a respiração e atrapalhar o olfato. Alguns dos fatores responsáveis por esses problemas são gripes, resfriados, alergias, infecções, lesões e poluentes presentes no ar.

O olfato dos outros animais

Muitos mamíferos, como os cães, têm o olfato muito aguçado. Eles usam seus narizes, chamados focinhos, para cheirar a comida, os companheiros e territórios. Alguns mamíferos, porém, não possuem nariz nem olfato. A baleia, por exemplo, tem um respiradouro, ou narina, no topo da cabeça, para poder respirar, e algumas espécies são capazes de sentir cheiros pelo respiradouro, outras não.

As aves, os répteis, os anfíbios e os peixes apresentam aberturas nasais que lhes permitem sentir cheiros. Nos peixes e em alguns anfíbios, em vez de ar, passa água por esses orifícios. Alguns répteis, como as cobras, possuem um órgão olfativo a mais, situado no céu da boca; devido a sua localização, a cobra coloca a língua para fora a fim de coletar o cheiro e, então, esfrega a língua contra o céu da boca para senti-lo.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.