Podemos montar um pêndulo simples conectando um peso a uma das extremidades de um fio e suspendendo o fio pela extremidade oposta. Se uma pessoa ergue o pêndulo e então o solta, ele oscila livremente de um lado para o outro. Quando em movimento, o pêndulo nunca gira nem se move em zigue-zague.

No século XVI, o cientista italiano Galileu descobriu que a oscilação do pêndulo é constante. Isso quer dizer que o peso sempre leva o mesmo tempo para sair do ponto de partida e voltar a ele. Por fim, o peso irá percorrer uma distância menor de um lado a outro, mas mesmo assim levará o mesmo tempo para completar uma oscilação. É o comprimento do fio que determina esse tempo.

Essa informação logo se tornou útil na fabricação de relógios. No século XVII, os cientistas aprenderam a usar pêndulos para fazer relógios mais precisos. Até hoje, muitos relógios têm pêndulos. Eles oscilam de um lado para o outro num ritmo regular, o que mantém as outras peças, inclusive os ponteiros do mostrador, movimentando-se também num ritmo regular.

Em 1851, um cientista francês chamado Jean Foucault usou um pêndulo gigantesco para provar que a Terra gira. Ele pendurou um grande peso num fio grosso ligado ao interior de uma cúpula. Ao se movimentar, o peso traçou uma linha no ar. Com o passar do dia, a linha pareceu mudar de direção. Como o pêndulo não estava girando, só podia ser a Terra que estava fazendo o movimento de rotação debaixo dele.

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