O pato é uma ave aquática da mesma família do ganso, do marreco e do cisne. Existem cerca de cem espécies dessa ave, e elas são encontradas em quase todo o planeta. Algumas são aves migratórias, isto é, voam longas distâncias para passar cada estação do ano em uma região diferente do planeta. As pessoas criam patos para consumir a carne e os ovos, além de aproveitar as penas. Em alguns países, há pessoas que os caçam apenas por esporte.

Características físicas

As aves da família do pato têm corpo robusto e pés com membranas natatórias. As penas internas macias, chamadas penugem, protegem seu corpo do frio, e uma glândula próxima à cauda produz um óleo que ajuda a proteger as penas externas da água.

O pato selvagem chega a medir até 61 centímetros. Suas patas localizam-se bem na parte de trás do corpo, o que o ajuda a nadar, mas faz com que oscile para um lado e para o outro ao andar em terra.

Os machos têm a mesma aparência das fêmeas durante boa parte do ano, mas na época do acasalamento a maioria deles fica com penas mais coloridas.

Comportamento

Os patos alimentam-se basicamente de plantas imersas e gramíneas das margens dos lagos, e também comem invertebrados aquáticos, pequenos peixes e girinos, principalmente ao entardecer. O ninho é construído no chão. A fêmea bota de 8 a 14 ovos e o macho às vezes ajuda a chocar. Ambos cuidam dos filhotes. Algumas espécies de pato, como o pato-mandarim, botam ovos no oco das árvores.

No Brasil, a irerê, da família do pato, é a marreca mais comum fora da Amazônia e do Pantanal. Não é raro ouvir a voz dessa ave à noite sobrevoando em bandos até mesmo grandes cidades. Ela pode se deslocar por centenas de quilômetros e formar bandos de várias dezenas de indivíduos. Seu nome vem do chamado frequente da fêmea em seus voos diurnos ou noturnos. É um assobio mais rápido e curto, de três sílabas bem separadas, a primeira mais alta, soando “i-re-rê”.

Patos selvagens podem ser vistos em lagos de parques públicos ou nos rios das grandes cidades.

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