Peixe-elétrico é o nome genérico que se dá a diversas espécies de peixes que dão choque — ou seja, emitem descargas elétricas. O peixe-elétrico possui uma camada de células, localizadas perto da cauda, que produzem energia elétrica. Ele usa a eletricidade para atordoar ou paralisar suas presas antes de comê-las.

Existem diversas espécies de peixe-elétrico, tanto de água doce como de água salgada. No Brasil, o peixe-elétrico mais conhecido é o poraquê, também chamado enguia-elétrica ou treme-treme. Seu nome vem de uma palavra do idioma tupi que significa “o que faz dormir”. Outras espécies famosas de peixes-elétricos são o bagre-elétrico-africano, que pode ser encontrado no rio Nilo, na África, e vários tipos de arraias elétricas presentes nos oceanos do mundo todo.

O peixe-elétrico brasileiro (poraquê) tem o nome científico de Electrophorus electricus. Ele vive nas águas amazônicas e nos rios do Mato Grosso. Ele se parece com uma enguia. A cor de sua pele é marrom-escuro, e pode ser salpicada por manchas amareladas, vermelhas ou esbranquiçadas. Pode medir até 2 metros de comprimento, e pesar até 20 quilos. Suas descargas elétricas atingem de 300 a 600 volts. Essa voltagem é tão elevada que pode ser suficiente para atordoar até animais de grande porte.

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