A pitanga é o fruto da pitangueira (Eugenia uniflora), árvore da família das mirtáceas, nativa da mata Atlântica. Cresce espontaneamente na faixa que vai do estado de Minas Gerais ao do Rio Grande do Sul. Levada do Brasil para outros continentes, a pitangueira adaptou-se bem na ilha da Madeira (em Portugal), em vários países das Américas e na África. A árvore atinge, em média, de 2 a 4 metros. As folhas são verde-escuras e perenes. As flores, brancas e miúdas.

A pitanga é uma frutinha típica de chácaras e quintais. Costuma dar nos meses de abril a junho e de outubro a novembro. Além de ser degustada ao natural, à sombra da própria árvore, é também utilizada no preparo de geleias, refrescos, sorvetes e licor artesanal.

No Brasil, é cultivada para fins comerciais na região Nordeste, sendo fornecida para fabricantes de sucos, sorvetes e sobremesas e para hotéis e restaurantes. Tem forma arredondada com alguns sulcos e cor vermelha quando madura. Raramente ultrapassa 2 cm de diâmetro. O sumo e a polpa têm sabor agradavelmente ácido, considerado exótico. Plantada em praças e jardins públicos, atrai pássaros para as cidades.

A madeira da pitangueira é utilizada para mourões, implementos agrícolas e cabos de ferramentas. O cerne escuro do tronco das árvores mais velhas é matéria-prima para a marcenaria (trabalho artesanal feito em madeira) de luxo.

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