Segundo a teoria das placas tectônicas, a camada externa da Terra, ou crosta terrestre, é formada por grandes peças deslizantes chamadas placas. Todas as terras e os mares do nosso planeta apoiam-se nessas placas, que por sua vez estão sobre uma camada de rochas derretidas chamada magma.

Movimento das placas

Ao se movimentar, as placas podem se afastar ou se aproximar. Quando as placas se aproximam, uma pode deslizar sob a outra, ou as duas extremidades podem se chocar e se elevar, formando uma cadeia de montanhas. Quando as placas se afastam, o magma flui para a superfície e, ao esfriar, forma uma nova camada da crosta terrestre.

Terremotos e vulcões normalmente ocorrem ao longo das extremidades das placas. Há tantos terremotos e vulcões nas extremidades da Placa Pacífica que essa região é conhecida como Anel de Fogo do Pacífico.

O afastamento entre duas placas tectônicas também pode dar origem a uma falha geológica, que é uma ruptura em uma grande massa de rocha. A falha de Santo André (ou San Andreas), no estado norte-americano da Califórnia, é uma das falhas mais estudadas pelos cientistas. Nessa área, já ocorreram vários terremotos de grande magnitude.

Movimento continental

As placas vêm se movimentando pela superfície da Terra há centenas de milhões de anos. Conforme elas se movimentam, os continentes sobre elas também se movem: é o chamado movimento continental, ou deriva dos continentes.

Os cientistas acreditam que os continentes levam aproximadamente 500 milhões de anos para se unir em um supercontinente e depois se separar novamente. Vários supercontinentes se formaram e se separaram na Terra ao longo do tempo. O mais recente, chamado Pangeia, se formou há cerca de 250 milhões de anos. Aos poucos, a Pangeia quebrou-se devido ao movimento das placas, e o magma emergiu para a superfície, transformando-se no leito do oceano Atlântico.

Um pedaço da Pangeia, chamado Laurásia, moveu-se para o norte. Essa porção abrangia as áreas que hoje correspondem à América do Norte, à Europa e à Ásia. O outro pedaço, chamado Gonduana, deslocou-se para o sul e incluía áreas que hoje correspondem à Antártica, à África, à América do Sul e à Austrália. Finalmente, a Laurásia e a Gonduana também se separaram, formando áreas menores que continuaram a se mover e vieram a formar os atuais continentes.

As porções de terra continuam a se movimentar. Os cientistas acreditam que, em aproximadamente 250 milhões de anos, os continentes estarão unidos outra vez.

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