Prisões ou cadeias são estabelecimentos destinados a isolar da sociedade pessoas que foram condenadas ou consideradas culpadas por algum crime.

Objetivos das prisões

As prisões têm três objetivos principais. Elas punem criminosos ao tirar sua liberdade. Também têm a função de manter malfeitores perigosos longe das ruas. E, finalmente, podem ajudar a reabilitar prisioneiros, ou seja, transformá-los em pessoas melhores. As prisões fazem isso quando dão aos prisioneiros educação e treinamento profissional, ou quando os ajudam a se livrar dos problemas que os fizeram cometer crimes. Esses problemas podem ser emocionais ou mentais, ou até causados por abuso de drogas e álcool.

Tipos de prisão

O sistema prisional brasileiro estabelece alguns tipos de prisão. Cadeias públicas, por exemplo, são lugares nos quais as pessoas ficam presas provisoriamente, enquanto aguardam julgamento. Já as penitenciárias recolhem pessoas que foram condenadas a penas com privação total de liberdade. As penitenciárias podem ser de segurança máxima especial, com celas individuais, para presos muito perigosos; ou de segurança média, com celas coletivas e individuais, para pessoas de menor periculosidade. Existem prisões separadas para homens e mulheres. Centros de detenção juvenil são lugares onde são recolhidos garotos e garotas com menos de 18 anos que infringiram a lei. O Estado é responsável pelos prisioneiros sob sua guarda.

História

Até o século XVIII, em vez de prisão, os castigos mais comuns para quem era condenado por algum crime eram, entre outros, a morte e o desterro ou exílio (enviar uma pessoa para uma terra distante, bem longe de seu país). As prisões serviam, principalmente, para prender as pessoas que não podiam pagar suas contas, as que aguardavam julgamento e indivíduos culpados que aguardavam sentença ou punição. No século XX, contudo, a maioria das prisões já abrigava criminosos condenados.

As condições nas primeiras prisões eram horríveis. Doenças, violência e abuso eram comuns. No final do século XVIII, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, reformadores sociais (pessoas que lutavam por mudanças) começaram a procurar meios de melhorar as prisões. Manter os prisioneiros separados uns dos outros e obrigá-los a trabalhos forçados eram ideias populares no século XIX. Já no século XX, muitas prisões ofereciam recompensas aos prisioneiros por bom comportamento, educação e treinamento profissional. Hoje em dia, muitas pessoas continuam a trabalhar para que as prisões ao redor do mundo sejam mais seguras e mais eficazes.

No Brasil, ainda hoje, essa é uma questão não resolvida. As condições nas prisões são degradantes e muita violência acontece dentro delas. Há uma lei que proíbe o uso de tortura no interrogatório a presos, mas em pontos do país ela ainda ocorre. No início do século XXI o governo federal lançou um programa com o fim de reduzir a superlotação dos presídios. Também, se criaram em vários estados do país centros de detenção para mulheres gestantes e com crianças menores até os 6 anos, dependendo do lugar.

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