Com mais de 400 milhões de seguidores, o protestantismo é o segundo maior ramo do cristianismo. É dividido em muitas Igrejas diferentes. As primeiras Igrejas protestantes nasceram do rompimento com o catolicismo, que é o maior ramo do cristianismo.

Crenças e práticas

Embora muitas Igrejas protestantes tenham crenças distintas, todos os protestantes rejeitam o catolicismo e o poder de seu líder, o papa. Eles baseiam suas crenças na Bíblia cristã. A maioria acredita que, para chegar ao paraíso, é preciso apenas ter fé em Deus — ou seja, não se depende da prática de alguma boa ação específica.

A maioria das Igrejas protestantes faz seus cultos aos domingos. Os protestantes acreditam que Jesus Cristo instituiu apenas dois sacramentos, o batismo e a eucaristia, e não sete como praticam os católicos.

História

No século XVI, alguns católicos começaram a discordar de sua Igreja. Primeiramente, eles queriam apenas mudar, ou reformar, partes do conteúdo e da prática da fé. Esse movimento ficou conhecido como Reforma. Mas os líderes da Igreja Católica se opuseram fortemente a essas mudanças. Então, os reformistas se separaram para formar novas Igrejas. Os membros dessas novas Igrejas ficaram conhecidos como protestantes. As primeiras Igrejas protestantes a se formar foram a luterana, a anglicana e a reformista, ou presbiteriana.

Católicos e protestantes travaram guerras violentas pelas suas religiões nos séculos XVI e XVII. O protestantismo, contudo, manteve-se forte e se espalhou pela Europa e por algumas de suas colônias.

Nos séculos XVII e XVIII, alguns protestantes achavam que o protestantismo estava ainda muito parecido com o catolicismo. Alguns deles formaram novos grupos de protestantes, como os congregacionistas, os batistas, os quacres e os metodistas.

No século XIX, missionários espalharam o protestantismo pelas Américas, pela África, pela Ásia e pela Oceania. Novas Igrejas protestantes continuaram a se formar nos séculos XIX e XX. Esse foi um processo que continuou ao longo de todo o século XX e ainda no início do XXI.

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