O rio Negro, um dos maiores afluentes do rio Amazonas, tem sua origem na Colômbia, onde se chama rio Guainia, e ajuda a definir a fronteira entre a Colômbia e a Venezuela. Ao entrar no Brasil, recebe o nome de Negro. Seus principais afluentes são o rio Branco e o rio Vaupés. Assim que passa por Manaus, junta-se ao rio Solimões para formar o rio Amazonas. Na verdade, Solimões é apenas o nome que o rio Amazonas tem antes de receber as águas do Negro.

O rio Negro tem 2.253 quilômetros de extensão, sendo que mais da metade é no Brasil. Cerca de 25 por cento de seu curso é navegável. Apesar da pequena população que vive ao longo de suas margens, constitui uma importante artéria de transporte.

A água escura do rio, que lhe dá o nome, é conseqüência da decomposição da matéria orgânica de pântanos que ficam nos seus arredores e de lama. Pela forte acidez de suas águas, os insetos não proliferam e por isso quase não há mosquitos na região. O rio é uma das grandes atrações turísticas da região amazônica. Nas proximidades de Manaus, o rio Negro encontra-se com o rio Solimões, formando o Encontro das Águas, onde as águas barrentas do Solimões não se misturam com as águas do rio Negro. Depois da união dos dois rios, passam a receber o nome de rio Amazonas, em território brasileiro.

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