O sabiá pertence ao grupo dos passeriformes, ou pássaros canoros. No Brasil, existem muitas espécies, ou tipos, de sabiá. Entre as mais populares, destaca-se o sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris), que é a ave-símbolo do Brasil.

O sabiá vive em quase todo o território brasileiro — do Maranhão ao Rio Grande do Sul —, exceto na floresta Amazônica. Também pode ser encontrado em regiões da Bolívia, do Paraguai, da Argentina e do Uruguai. Costuma viver em florestas e nos campos, mas também em grandes cidades, especialmente em ruas com muitas árvores, parques e praças.

Existem grande populações de sabiás em Belo Horizonte (Minas Gerais), Brasília (Distrito Federal), São Paulo, Curitiba (Paraná), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Cuiabá (Mato Grosso), Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e Rio de Janeiro.

Um sabiá adulto mede, em média, 25 centímetros. A fêmea e o macho não são diferentes entre si, ao contrário da maioria das outras aves. Ambos pesam, em média, 75 gramas. O sabiá-laranjeira se destaca pelo peito cor de laranja. No resto do corpo, as penas são cinza-escuras.

O sabiá se alimenta sobretudo de vermes e insetos, frutas e sementes. Entre as frutas, suas preferidas são mamão, banana e abacate. É comum vê-lo saltitando no solo em busca de alimento.

A época de acasalamento dos sabiás vai de setembro a novembro. Nesses meses, é comum ouvir o macho cantando de manhã, bem cedinho (muitas vezes ainda de madrugada), e no final da tarde. Com seu canto, ele atrai as fêmeas e demarca seu território.

A construção do ninho é feita pelo casal. Quando o ninho está pronto, a fêmea põe de dois a três ovos, que eclodem em média depois de catorze dias. Durante um mês, o filhote fica sob os cuidados da mãe.

Muitas pessoas criam sabiás em cativeiro, por causa de seu belo canto. Porém, capturá-los na natureza e aprisioná-los em gaiolas é proibido por lei.

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