Salto ornamental é uma modalidade esportiva em que o atleta deve saltar de um trampolim acrobático ou de uma plataforma, mergulhando em uma piscina. Ao longo desse percurso, ele deve fazer movimentos acrobáticos.

Competições

Um júri avalia o desempenho individual de cada atleta, observando seus movimentos no ar e a precisão de sua entrada na água. Nas competições desse esporte, os atletas executam várias baterias de saltos. As regras para competições de salto ornamental são controladas pela Federação Internacional de Natação (FINA), fundada em 1909.

Nas competições, o atleta salta de um trampolim acrobático ou de uma plataforma firme. Um trampolim é uma prancha leve montada sobre uma mola. A mola permite que uma das extremidades da prancha se curve, gerando impulso. Assim, o saltador pode pular bem alto, o que lhe dá mais tempo para executar cambalhotas e torções de corpo. Os trampolins geralmente ficam entre 1 e 3 metros acima da água.

As plataformas são bases sólidas fixas, geralmente localizadas entre 5 e 10 metros acima da água. Nas competições olímpicas, a plataforma fica a 10 metros da água, e o trampolim, a 3 metros.

Tipos de saltos

Há três posições básicas no salto ornamental: esticada (em que o corpo todo permanece em linha reta), carpada (em que o corpo se dobra nos quadris, mas as pernas ficam retas) e grupada (em que os joelhos se flexionam em direção ao peito).

Os atletas podem iniciar o salto de frente ou de costas, de pé ou de ponta-cabeça, em parada de mão. Depois de saltar, eles executam diferentes movimentos no ar. Ao entrar na água, devem estar com o corpo reto e os dedos dos pés bem esticados.

Além dos saltos individuais, há os saltos sincronizados, em que dois atletas saltam ao mesmo tempo, executam as mesmas manobras no ar e devem entrar juntos na água.

História

Saltar para dentro da água a partir de pontos elevados sempre foi uma diversão para as pessoas. As primeiras competições começaram no século XIX, com saltos bem simples. O objetivo era atingir a maior profundidade, ou seja, testar quão fundo o saltador conseguia mergulhar.

No final do século XIX, ginastas da Suécia e da Alemanha começaram a adicionar movimentos acrobáticos aos saltos. O que os motivou foi o fato de que, ao praticar suas cambalhotas e outros movimentos no ar, eles desejavam aterrissar na água, e não no chão duro. A atividade foi chamada de “salto sofisticado”. Logo surgiram competições que incluíam essa modalidade.

O salto no trampolim entrou para os Jogos Olímpicos em 1904; o salto na plataforma, em 1906. As mulheres só passaram a competir nos Jogos Olímpicos de Estocolmo, em 1912. Ao longo dos anos, os tipos de saltos e de movimentos se tornaram mais complexos. O salto sincronizado passou a fazer parte do programa olímpico apenas em 2000.

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