Um santo é alguém que as pessoas consideram ter proximidade especial com Deus. Alguns santos são profetas, ou mensageiros da divindade. Outros exercem seus poderes de cura, fazem boas ações ou são mártires, isto é, pessoas que são mortas por pertencer a uma religião. A santidade é uma condição oficialmente atribuída em algumas religiões. Em outras, as pessoas tornam-se santas apenas porque muita gente as homenageia e até as chama desse modo.

Os santos são venerados — homenageados com atos de devoção especiais — em dois dos três ramos do cristianismo. No catolicismo e na religião ortodoxa, uma pessoa pode ser declarada santa depois da morte. Os católicos e os ortodoxos acreditam que os santos têm poderes especiais para ajudar as pessoas. Veneram-se as relíquias dos santos e alguns objetos ligados a eles. Além disso, cada santo é homenageado num determinado dia. Já os protestantes não veneram santos nem cultuam imagens.

Maomé, o profeta do islamismo, disse que não há santos. Mas os muçulmanos reverenciam algumas pessoas que consideram santas e que acreditam ser muito próximas de Deus. Consideram que essas pessoas têm poderes especiais para curar e fazer milagres. Eles as chamam de váli, que quer dizer “amigo de Deus”. Além dos vális, eles honram também os mártires.

Os budistas veneram santos, entre os quais está o próprio Buda. Eles acreditam num ciclo de nascimento, morte e renascimento, e que, depois da morte, a alma da pessoa renasce em outro indivíduo. Em geral, os budistas reverenciam como santas as pessoas que se libertaram desse ciclo de morte e renascimento e também as que ajudaram outras pessoas a se libertar dele.

O hinduísmo reconhece uma grande variedade de santos, entre eles os sadus e os avatares. Os sadus são pessoas santas que não possuem praticamente nada, apenas o necessário para sobreviver: um pouco de comida e alguns pertences simples. Um avatar, conforme se acredita, é um deus renascido em forma humana ou animal.

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