Sapopema, ou sapobemba, é uma palavra originada do tupi sau’pema, que significa raiz chata. Ela designa um tipo de raiz grande que se desenvolve junto com o tronco de várias árvores da floresta pluvial, formando divisões achatadas em torno dele. A sumaúma é uma dessas árvores.

O nome sapopema também identifica algumas árvores que têm raízes desse tipo, presentes nas Guianas, na Amazônia, na Bahia, no Rio de Janeiro e em São Paulo. É, ainda, o nome de um peixe de rio.

Raízes do tipo sapopema são facilmente encontradas em matas de terra firme e de igapó (zona alagável) da Amazônia e podem atingir até 2 metros de altura e 10 metros de diâmetro. Dotadas de beleza impressionante, as sapopemas agem como escoras que dão mais estabilidade aos troncos das árvores.

Os índios usam essas raízes aéreas para se comunicar, pois elas emitem um som grave que cobre grandes distâncias, quando batidas com pedaços de pau.

Segundo uma lenda amazônica, o Curupira, responsável pelos estrondos na mata, bate um casco de jabuti com força nas sapopemas da sumaúma para checar se elas estão suficientemente fortes para resistir às tempestades.

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