Selos são pequenas etiquetas autocolantes vendidas no correio. Cada selo tem um preço. Às vezes são necessários muitos selos numa carta ou num pacote para atingir o valor da tarifa que o correio cobra para remeter a correspondência. O correio carimba o selo (ou os selos) e então libera a remessa. O objetivo do carimbo é evitar que um selo seja usado outra vez.

Tipos de selo

O correio vende selos de muitos valores diferentes. Os de valor mais alto são usados para pagar a remessa de pacotes pesados ou para entrega expressa (mais rápida).

A maioria dos países também emite séries de selos especiais durante períodos de tempo limitados. Alguns selos especiais homenageiam pessoas e grupos ou são comemorativos de algum evento. Outros chamam a atenção para questões importantes. Esses selos são quase sempre grandes e coloridos.

Coleção de selos

Algumas pessoas colecionam selos como hobby. A coleção de selos é chamada filatelia. Os colecionadores de selos, ou filatelistas, obtêm seus exemplares descolando-os das cartas com o uso de vapor de água, ou então os compram nas agências do correio ou em lojas especializadas. Eles são conservados limpos com um instrumento próprio para manuseá-los e colocados cuidadosamente em álbuns.

Os colecionadores aprendem a identificar selos raros e valiosos. Às vezes os selos valiosíssimos parecem exatamente iguais a outros que valem apenas alguns centavos. Um dos selos americanos raros data de 1918 e deve sua preciosidade a um erro na impressão: o avião que figura nele está de cabeça para baixo.

História

Um professor inglês chamado Rowland Hill inventou o selo postal. A Grã-Bretanha emitiu os primeiros selos em 1840. Os primeiros selos brasileiros foram emitidos em 1843.

Inicialmente os selos eram impressos em folhas de papel de tal modo que era difícil separá-los uns dos outros, sendo necessário usar uma tesoura. Na década de 1850, os fabricantes de selos começaram a fazer pequenas perfurações no papel entre um selo e outro, para ficar mais fácil destacá-los.

Até o final do século XX, as pessoas lambiam os selos para molhar a cola seca que vinha no lado de trás deles e grudá-los nos envelopes. Mas agora o correio já produz selos com adesivos próprios, que não precisam ser molhados para colá-los no papel. Há também carimbos postais que substituem os selos, quando a correspondência é postada nas próprias agências de correio.

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