O tatu é um mamífero da mesma família do tamanduá e do bicho-preguiça. Tem o corpo coberto por placas ósseas, que o protegem de predadores e outros perigos.

Nativo da América, o tatu vive em cerrados, campos abertos e florestas secas de clima quente ou temperado. Existem mais de vinte espécies de tatus. Eles são encontrados na América do Sul, na América Central, no México e no sul dos Estados Unidos.

O tatu é dotado de patas fortes e curtas, com garras afiadas. Dependendo da espécie, pode medir de 15 centímetros a 1,50 metro. A maior parte do corpo do tatu é revestida de placas ósseas articuladas — apenas a barriga é menos protegida. Ao enrolar-se, porém, ele se torna quase invulnerável diante dos inimigos.

De hábitos noturnos, o tatu vive em túneis, ou tocas, que escava com rapidez e habilidade. Alimenta-se de insetos, vermes, raízes e pequenos animais. Com isso, contribui para o equilíbrio ecológico, impedindo o aumento descontrolado da população de formigas e cupins.

No Brasil, os tipos mais conhecidos são: o tatu-canastra, que anda em bandos e pode ultrapassar 1 metro de comprimento; o tatu-bola, que alcança 38 centímetros e, quando ameaçado, vira uma esfera quase indestrutível; o tatu-peludo, ou peba; o tatu-galinha; e o mulita.

As fêmeas de algumas especies têm de um a doze filhotes idênticos por ninhada.

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