Usamos a ideia de tempo para medir a duração das coisas. Isso ajuda as pessoas a se localizar em relação ao que aconteceu no passado e também em relação ao que poderá acontecer no futuro.

Unidades de tempo

Dividimos o tempo em horas e dias. Um dia e uma noite completos têm 24 horas. As horas são divididas em minutos e segundos. Uma hora tem 60 minutos e um minuto tem 60 segundos.

Períodos longos de tempo são medidos em anos. Um ano tem 365 ou 366 dias. Cada ano tem 12 meses. Os meses têm de 28 a 31 dias.

Fusos horários

Quando é dia em um lugar da Terra, é noite em outro. Por isso, a medida desse tempo, o horário do dia, não é igual em todos os lugares do mundo. Estudiosos dividiram o globo terrestre em 24 seções ou partes chamadas fusos horários. Todos os países dentro de um mesmo fuso horário costumam ter o mesmo horário.

Linhas imaginárias separam todos os fusos horários. As linhas seguem do polo Norte até o polo Sul. O primeiro fuso horário começa a 0° de longitude, que é o primeiro meridiano, uma linha imaginária que passa por Greenwich, na Inglaterra.

Quando as pessoas atravessam uma dessas linhas imaginárias, entram em um novo fuso horário. O horário do dia muda uma hora. Se passamos para um fuso horário a oeste, é uma hora mais cedo. Se, viajando para o lado oposto, vamos para um fuso horário a leste, é uma hora mais tarde. (Em poucos lugares do mundo o horário muda apenas meia hora).

As linhas imaginárias que dividem os fusos horários não são sempre retas. Elas frequentemente se curvam para oeste ou para leste. Isso permite que países ou regiões inteiras fiquem dentro de um único fuso. Contudo, países grandes, como o Brasil, os Estados Unidos e a Rússia, estão divididos em vários fusos. No Brasil, uma lei de 2008 alterou o número de fusos horários no território nacional para três (antes, eram quatro).

No lado oposto da Terra em relação ao primeiro meridiano (o meridiano de Greenwich, ou meridiano de 0°), fica a Linha Internacional de Data (LID). Ela percorre o oceano Pacífico a 180° de longitude. Quando viajantes cruzam a LID indo de oeste para leste, ganham um dia inteiro no calendário. Por exemplo: se eles começaram a viagem em 2 de janeiro, a data muda para 1° de janeiro quando atravessarem a LID. Quando, ao contrário, as pessoas viajam do leste para o oeste através da LID, avançam um dia no calendário.

História

Na Antiguidade, as pessoas mediam o tempo olhando para o céu. Elas viam o sol nascer e se pôr e a lua crescer até ficar cheia. Também percebiam mudanças na posição das estrelas e dos planetas. Além disso, notavam que os dias ficavam mais curtos ou mais longos conforme o ciclo das estações e foram anotando tudo isso.

Pessoas do antigo Egito, da Mesopotâmia, da América Central e de outros lugares criaram calendários para poder acompanhar a passagem dos dias. Os antigos egípcios também inventaram uma forma de marcar as horas: o relógio de sol, que projetava sombras que se moviam conforme o dia passava.

Depois disso, muitos tipos de relógios e de calendários foram desenvolvidos em várias partes do mundo para acompanhar o tempo. Mas o horário era diferente em cada cidade. No século XIX, algumas pessoas pensaram que deveria haver um único sistema para medir o tempo, a fim de que todos concordassem quanto à hora, ao mês e ao ano em que estavam. Isso era importante para várias coisas, como marcar os horários dos trens ou saber a hora certa do começo de uma aula. Em 1884, os países de todo o mundo adotaram o sistema de fusos horários usado até hoje.

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