O transplante é um tipo de cirurgia em que os médicos removem uma parte doente ou danificada do corpo de uma pessoa e a substituem por outra. Esse procedimento também é chamado de enxerto.

A parte substituta pode vir da própria pessoa ou de outra. O indivíduo que recebe o órgão é o receptor e o que doa é o doador. O doador pode estar vivo ou morto.

Quando um tecido do corpo é transplantado de uma parte para outra em uma mesma pessoa, a operação é denominada autoenxerto. Um exemplo comum disso é o enxerto de pele, em que se retira a pele de uma região do corpo para colocá-la em outra.

Quando um órgão do corpo de uma pessoa é transplantado para outra, a operação é chamada heteroenxerto ou heteroplastia. Isso pode ser feito com diferentes órgãos, como rins, fígado, pulmões e intestinos, que podem vir de doadores vivos. Já a córnea (parte do olho necessária para a visão) e o coração devem vir de doadores mortos. É possível também substituir certas partes doentes, como válvulas do coração e a articulação do quadril, por dispositivos artificiais, ou seja, produzidos pelo homem.

O principal problema que surge em transplantes é a rejeição, que ocorre quando o sistema imunológico do corpo do receptor considera a parte transplantada um invasor e tenta matá-la. Para evitar a rejeição, os receptores precisam tomar medicamentos específicos.

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