Tragédias naturais, tanto terrestres como marítimas, podem provocar ondas oceânicas mortais, chamadas tsunamis. Quando um tsunami atinge a costa, alcança um tamanho e uma força enormes. Os tsunamis podem destruir totalmente vilarejos ou cidades litorâneas.

Terremotos, desmoronamentos ou erupções vulcânicas podem provocar ondas em um oceano próximo. Essas ondas, por sua vez, são capazes de viajar por milhares de quilômetros. Elas podem atingir 800 quilômetros por hora, mas à medida que se aproximam da costa perdem velocidade. Também atingem uma altura de até 30 metros. Quando a primeira onda enorme está para atingir o litoral, as águas próximas à costa costumam recuar abruptamente. É no momento seguinte que o tsunami atinge a terra. Os tsunamis podem destruir árvores, edifícios e até praias inteiras.

Eles não podem ser detidos, mas sempre há maneiras de se defender. Os cientistas de todo o mundo estão atentos aos primeiros sinais de terremotos e também observam as mudanças anormais nos níveis dos oceanos. Com essas informações, eles podem alertar as pessoas para que abandonem as áreas que o tsunami pode atingir.

O oceano Pacífico concentra muitos tsunamis, mas eles também podem se formar nos oceanos Atlântico e Indico. Um terremoto muito forte irrompeu sob o oceano Indico em dezembro de 2004 e desencadeou tsunamis que atingiram cerca de dez países. Mais de 200 mil pessoas morreram na ocasião; esse foi o tsunami mais fatal já registrado até os dias atuais.

No Japão, em março de 2011, um intenso terremoto abalou a costa nordeste da ilha Honshu, se expandindo e produzindo danos de grandes proporções em muitas áreas do país. O enorme tremor também iniciou um tsunami devastador com ondas gigantes que alcançaram muitas áreas costeiras. Tanto o terremoto como o tsunami causaram milhares de mortos e desparecidos, além de uma grande destruição material. Pela intensidade e destruição, nunca antes foram registrados desastres naturais como aqueles na história japonesa.

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