O tucupi é uma espécie de molho feito a partir do caldo (sumo) extraído da farinha de mandioca-brava. Ele tem a consistência e a cor do caldo da cana-de-açúcar. É vendido nos mercados do Norte e Nordeste, principalmente, em garrafas.

A mandioca-brava tem grande concentração de uma substância química chamada cianeto. Essa substância é tóxica, o que faz da mandioca-brava uma planta venenosa. Mas a mandioca comum, aquela que está presente em muitos pratos da culinária brasileira, não é tóxica.

No entanto, o tucupi bem preparado não é venenoso, porque o processo de fermentação e a posterior fervura do seu sumo praticamente elimina sua toxicidade. Por essa razão, o consumo do tucupi deve ser feito depois de escolher muito bem o produto, analisando sua procedência.

Em processo artesanal, a farinha de mandioca é obtida através de trituração e prensa. Desse processo, resulta um líquido chamado manipueira, que em estado natural não tem nenhuma utilidade.

Porém, se colocado em repouso, esse líquido, depois de um ou dois dias, começa a fermentar. Depois da fermentação, ele deve ser muito bem fervido para que finalmente sejam acrescentados os temperos que o transformam no tucupi, um molho muito apreciado pelos amazonenses e paraenses. Ele está no nome de um dos principais pratos da cozinha brasileira: o pato no tucupi.

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