A varíola é uma doença perigosa causada por um vírus, que é um germe minúsculo. No passado, a varíola matou muitas pessoas e deixou muitas outras marcadas com cicatrizes. No final do século XX, porém, os cientistas tiveram êxito na luta contra a doença. Desde a década de 1970 não houve casos de varíola de ocorrência natural.

As pessoas que têm o vírus da varíola podem transmiti-lo a outras pela respiração ou por meio da saliva. O vírus também consegue sobreviver em vestimentas e em roupas de cama. Uma vez que a pessoa tenha sido contaminada com o vírus da varíola, não há cura para a doença.

As pessoas com varíola apresentam febre alta, dores no corpo e cansaço extremo. Uma erupção se manifesta na pele e depois se converte em bolhas. É possível morrer de varíola. As pessoas que sobrevivem à doença podem sofrer sequelas permanentes, como cicatrizes ou cegueira.

A varíola existiu por milhares de anos na Europa, na Ásia e na África. A partir de 1492, os exploradores europeus levaram a doença às Américas, e muitos indígenas morreram por causa dela.

Em 1796, o médico inglês Edward Jenner descobriu a vacina contra a varíola. As vacinas são substâncias que impedem as pessoas de contrair determinadas doenças. Em 1967, a Organização Mundial da Saúde começou uma campanha global para aplicação da vacina contra a varíola. O projeto foi bem-sucedido. Em 1979 já não houve mais casos de varíola em nenhum lugar do mundo.

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