Elizabeth I foi rainha da Inglaterra por quase 45 anos, durante os quais o país se tornou muito poderoso. Seu reinado é lembrado como período elisabetano.

Primeiros anos

Elizabeth nasceu em Greenwich, na Inglaterra, em 7 de setembro de 1533. Seu pai era o rei Henrique VIII. Sua mãe, Ana Bolena, foi a segunda das seis esposas que Henrique teve. Ele mandou executar Ana Bolena quando Elizabeth tinha apenas três anos.

Elizabeth tinha uma meia-irmã mais velha chamada Maria e um meio-irmão mais jovem chamado Eduardo. Eduardo se tornou rei em 1547 e morreu em 1553. Maria então se tornou rainha. Henrique, Eduardo e Elizabeth eram protestantes, mas Maria era católica. Ela fez do catolicismo a religião nacional e mandou prender Elizabeth por algum tempo.

Reinado

Maria morreu em 1558, e Elizabeth foi coroada rainha da Inglaterra quando tinha 25 anos. Ela havia recebido uma boa educação e estava preparada para governar. Muitos homens quiseram casar-se com ela, mas a rainha permaneceu solteira. Isso a deixou mais poderosa, mas tornou sua prima Maria Stuart sua sucessora no trono. Maria Stuart, rainha da Escócia, era católica. Elizabeth a manteve presa por dezenove anos e mandou executá-la em 1587.

Nos primeiros trinta anos do reinado de Elizabeth, a Inglaterra se tornou uma potência marítima. Os navios ingleses cruzavam o oceano Atlântico até as Antilhas e competiam com a Espanha pelo domínio do comércio internacional. Os capitães ingleses atacavam os navios espanhóis, e Elizabeth recebia uma parte do tesouro que apreendiam.

O rei Filipe II da Espanha revidou em 1588. Ele enviou uma grande frota, chamada Invencível Armada, para atacar a Inglaterra. Os navios da rainha, ajudados por uma grande tempestade, derrotaram a Armada. Essa vitória foi um dos pontos altos do seu reinado.

Na década de 1590, Elizabeth começou a ter problemas de saúde. Ela morreu em 24 de março de 1603. O filho de Maria Stuart, Jaime VI da Escócia, tornou-se o rei Jaime I da Inglaterra.

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