Pompeia era uma cidade do Império Romano que foi destruída pela erupção do vulcão Vesúvio no ano 79 d.C. Milhares de pessoas morreram e a cidade foi soterrada. Séculos depois, arqueólogos fizeram escavações e encontraram ruínas que proporcionaram aos historiadores uma visão de como era a vida na Roma antiga.

Cidade soterrada

Localizada no sul da Itália, Pompeia era habitada desde a Pré-História. Por volta de 290 a.C., foi conquistada pelos romanos, que levaram sua cultura e sua arquitetura à cidade.

O Vesúvio entrou em erupção no dia 24 de agosto do ano 79 d.C. A erupção durou vários dias. O vulcão liberou gases tóxicos que sufocaram muitas pessoas; em seguida, soltou pedras e cinzas vulcânicas, que cobriram a cidade. Quando a erupção terminou, Pompeia estava soterrada a uma profundidade de 6 a 7 metros.

Sítio arqueológico

O material que cobriu Pompeia protegeu a cidade dos vândalos e dos efeitos do clima durante séculos. No final do século XVI, um arquiteto italiano descobriu as ruínas de Pompeia. Arqueólogos começaram a escavar a cidade em 1748. Os trabalhos em Pompeia e em Herculano, outra cidade soterrada pelo Vesúvio, marcaram o início da arqueologia moderna.

As primeiras escavações não foram bem organizadas. Muitos dos primeiros escavadores eram caçadores de tesouros que não tinham interesse em história. A partir de 1860, os trabalhos se tornaram organizados. Até a década de 1990, cerca de dois terços da cidade tinham sido desenterrados.

Os historiadores aprenderam muito sobre o mundo romano com as escavações. Qualquer pessoa que visite as ruínas de Pompeia pode conhecer as residências, os templos, os banhos públicos e as lojas da antiga cidade. As escavações trouxeram à tona, por exemplo, barracas de mercados, com frutas e nozes chamuscadas, e padarias, algumas ainda contendo pães. Peças de arte, como estátuas, pinturas e mosaicos (desenhos coloridos feitos com pequenos ladrilhos), também ajudaram os historiadores a aprender sobre a vida em Pompeia. Desde 1997, Pompeia é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

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