A bromélia é uma planta que pertence à família das bromeliáceas, a qual se divide em 56 gêneros. Estes, por sua vez, são subdivididos em mais de 3 mil espécies.

Quase todas as espécies de bromélias são nativas da América tropical (Américas Central e do Sul, além do México e do sul dos Estados Unidos). A única exceção é uma espécie originária da África. A maior espécie é encontrada no Peru e na Bolívia. Ela atinge até 9 metros de comprimento.

O Brasil abriga a maioria das espécies de bromélias. Elas estão espalhadas por todo o país, mas são encontradas principalmente na mata Atlântica, desde a Bahia até o Paraná.

Ao contrário do que se julga popularmente, as bromélias não são plantas parasitas. Na natureza, aparecem como epífitas, ou seja, apoiam-se em outra planta para obter luz e ar. Elas também podem ser terrestres (crescer no solo) ou rupestres (crescer nas pedras). Essas plantas preferem clima úmido e áreas de meia-luz.

As bromélias têm caule reduzido e folhas longas, estreitas e curvas. Em geral, as folhas são serreadas, espinhosas e dispostas em camadas circulares, como uma roseta. Por isso, essas plantas têm grande capacidade de armazenar água, até mesmo na estação seca. Acreditava-se que esse depósito de água poderia servir para a proliferação de mosquitos transmissores de doenças como dengue e zika. Contudo, pesquisas posteriores revelaram que as bromélias talvez não apresentem o ambiente ideal para a reprodução desses mosquitos.

As flores da bromélia são simétricas, com sépalas que contrastam com as pétalas, numerosas e muito coloridas. Os frutos têm forma de baga, às vezes de cápsula, e raramente são múltiplos e carnosos. Alguns são comestíveis, sendo o abacaxi o mais conhecido deles.

Algumas espécies de bromélias, muito apreciadas por sua beleza e colorido, são utilizadas em jardins e como plantas de interior. Elas podem ser plantadas em vasos ou então presas a troncos e xaxins.

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