O caratê é uma arte marcial originária da Ásia. Seu nome vem do japonês e quer dizer “mãos vazias” — kara significa “vazio” e te significa “mão”. Os praticantes de caratê são chamados de caratecas. Eles não utilizam armas para lutar, apenas o corpo. Os aprendizes do caratê são ensinados a usá-lo apenas como autodefesa, ou seja, para proteger-se caso alguém os ataque primeiro.

O esporte

Como esporte, o caratê tem duas modalidades: kumite (combate) e kata (formas). O kumite é uma luta entre dois caratecas. O kata é semelhante a uma coreografia e é composto por sequências de movimentos de ataque e defesa.

Técnicas de caratê incluem golpes, bloqueios, arremessos e evasões (ou seja, quando um carateca desvia o corpo para escapar do ataque). Os golpes podem ser dados com as mãos, os antebraços, os cotovelos, os joelhos e os pés.

Os praticantes de caratê são classificados de acordo com seu grau de habilidade através de faixas de diferentes cores. Os iniciantes usam faixa branca, podendo evoluir para as faixas amarela, vermelha, laranja, verde, roxa, marrom e, por fim, a faixa preta. As cores e a sequência das faixas pode variar de acordo com diferentes estilos de caratê.

História

O caratê se desenvolveu no leste da Ásia ao longo de vários séculos, com base em técnicas de combate originárias da China. Ele só se transformou em uma disciplina estruturada no século XVII, na ilha de Okinawa, que atualmente faz parte do Japão.

Foi o mestre Gichin Funakoshi quem deu à luta o nome de caratê, em 1935. Funakoshi escolheu esse nome para diferenciá-la de outras lutas da ilha de Okinawa, pois elas utilizavam armas. O caratê começou a ganhar muitos adeptos em várias partes do mundo a partir da metade do século XX.

No Brasil, a prática foi introduzida por imigrantes japoneses. A primeira academia de caratê no país foi fundada na década de 1950, na cidade de São Paulo. O órgão nacional que regula o esporte é a Confederação Brasileira de Karate (CBK).

O caratê foi incluído pela primeira vez como esporte olímpico nos Jogos de Tóquio 2020.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.