Desastres naturais são acontecimentos violentos que estão além do controle humano. Eles são causados por forças da natureza e podem provocar mortes, ferimentos e destruição de casas e outras propriedades. Há muitos tipos de desastres naturais, dentre eles avalanches, secas, terremotos, enchentes, ciclones, tornados, tsunamis, erupções vulcânicas e incêndios florestais.

Previsão de desastres naturais

A melhor maneira de prever um desastre natural é estudar aqueles que já aconteceram. Assim, os cientistas conseguem informações importantes sobre os eventos e as forças da natureza que causam os desastres.

Os cientistas têm um bom conhecimento sobre os fatores que provocam furacões, tornados e enchentes, mas prever eventos como terremotos e erupções vulcânicas é muito mais difícil. Os vulcões às vezes dão sinais de alerta, expelindo gases e jatos de lava antes de entrar em erupção. Muitas vezes, porém, eles não dão sinal nenhum.

Terremotos também são difíceis de prever, mas os cientistas sabem em quais regiões do mundo eles têm mais chances de ocorrer. Nesses lugares, os pesquisadores usam equipamentos para detectar mudanças que indiquem a ocorrência de um abalo.

Controle de desastres naturais

É impossível prever a maioria dos desastres naturais, pois as forças da natureza que os causam estão além do controle humano. Porém é possível reduzir seus efeitos. As maneiras de fazer isso são: preparar-se para desastres naturais, evitá-los quando possível e reduzir o impacto deles sobre as pessoas.

Preparação

Países desenvolvidos que sofrem com terremotos, como o Japão e os Estados Unidos, têm prédios que conseguem resistir a abalos, exceto àqueles extremamente fortes. Em muitos locais, as pessoas se protegem em abrigos subterrâneos durante furacões e tornados.

A Barreira do Tâmisa, na Inglaterra, é uma grande estrutura que foi construída no rio Tâmisa para proteger Londres de inundações. Esse tipo de preparação é menos comum nos países em desenvolvimento, pois tem um custo elevado.

Prevenção

Desastres naturais que ocorrem por causa do movimento das placas tectônicas da Terra não podem ser prevenidos, mas outros tipos podem ser evitados. Proteger o meio ambiente, por exemplo, pode prevenir avalanches e deslizamentos. A presença de árvores nas laterais de morros ajuda a manter a neve e o solo no lugar. Se árvores demais forem cortadas, há mais chances de ocorrerem avalanches e deslizamentos. Enchentes podem ser evitadas em alguns lugares reforçando-se as margens de rios, construindo-se barragens e redirecionando-se a água da enchente para longe da cidade.

Redução dos efeitos

Os sistemas de alerta e as agências humanitárias são as duas principais maneiras de reduzir os efeitos de um desastre natural. Através de sistemas de alerta, as pessoas são avisadas de que um desastre irá ocorrer. Assim, elas têm tempo de se preparar para ele. As agências humanitárias, por sua vez, podem ajudar a resolver os problemas causados pelo desastre.

Um planejamento sensato também pode evitar mortes causadas por desastres naturais. Por exemplo, as pessoas podem optar por não construir cidades junto a vulcões, em zonas ativas de terremoto ou em áreas sujeitas a inundações.

Sistemas de alerta

Sistemas de alerta podem detectar sinais de que um desastre natural vai acontecer e avisar as pessoas que correm risco de ser afetadas. Mensagens que alertam sobre enchentes e condições de tempo extremas geralmente são mostradas na televisão, no rádio e na internet.

Lugares sujeitos a desastres naturais costumam ter planos de evacuação, para que as pessoas saiam da área antes que o desastre aconteça. Os moradores também recebem orientações sobre que providências tomar — por exemplo, manter suprimentos de comida e água por perto.

Agências humanitárias

Agências humanitárias, como a Cruz Vermelha e Crescente Vermelho e a Oxfam, ajudam a socorrer as vítimas de desastres naturais. Essas organizações montam alojamentos temporários; fornecem comida, cuidados médicos e educação; e ajudam as pessoas a reconstruir suas vidas se necessário.

Translate this page

Choose a language from the menu above to view a computer-translated version of this page. Please note: Text within images is not translated, some features may not work properly after translation, and the translation may not accurately convey the intended meaning. Britannica does not review the converted text.

After translating an article, all tools except font up/font down will be disabled. To re-enable the tools or to convert back to English, click "view original" on the Google Translate toolbar.