O lago Maracaibo fica na Venezuela e é o maior lago natural da América do Sul, ocupando uma área de aproximadamente 13.280 km2. Ele tem 155 quilômetros de comprimento de norte a sul, e sua parte mais larga totaliza 120 quilômetros. Alguns estudiosos, porém, não o consideram um lago, e sim uma baía, já que boa parte de suas águas vem do oceano Atlântico.

De formato oval, o Maracaibo é fechado em todos os lados, exceto no norte, onde um canal o conecta ao mar do Caribe. Sua profundidade pode variar entre 35 metros no norte e 250 metros no sul. A água na porção sul é doce, mas no norte as águas são mais salgadas devido às marés do Caribe. A ponte General Rafael Urdaneta, de 8 quilômetros de comprimento, liga o porto da cidade de Maracaibo, na costa oeste, com as cidades de Palmarejo e Punta Iguana, no leste.

O lago é cercado por uma rede de pequenos canais, terras baixas e faixas de manguezais e pântanos. Muitos rios deságuam nele, incluindo o Catatumbo, uma importate via fluvial de transporte para produtos colombianos e venezuelanos.

O clima da região é geralmente tropical. Os meses mais quentes são de julho a setembro. A vegetação varia de arbustos secos a florestas tropicais. Em torno do lago há áreas de agricultura. Os cultivos incluem cacau, banana, mamão, mandioca, milho, coco e cana-de-açúcar.

O lago Maracaibo está em uma das regiões mais ricas em petróleo do mundo. A bacia do Maracaibo é responsável por cerca de dois terços da produção de petróleo na Venezuela. O petróleo é transportado através de oleodutos subaquáticos para tanques de armazenamento nas refinarias das cidades de Maracaibo e Cabimas, as mais importantes da região.

A exploração intensiva de petróleo, entretanto, polui e prejudica as águas do lago Maracaibo. Além disso, o crescimento excessivo da lentilha-d’água (uma planta aquática de folhas pequenas e multiplicação rápida) ameaça a existência de algumas espécies de peixes.

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