O náilon é um material sintético, ou seja, criado em laboratório a partir de reações químicas. Sua forma mais conhecida é a fibra, apreciada por sua resistência e durabilidade. A descoberta do náilon, no início do século XX, estimulou o desenvolvimento de outras fibras sintéticas.

As pesquisas que levaram à descoberta do náilon começaram em 1928, nos Estados Unidos, com uma equipe liderada pelo químico Wallace H. Carothers. Após vários experimentos, esses cientistas obtiveram um material que, quando fiado, dava origem a uma fibra semelhante à seda, com bastante força e elasticidade. Durante vários anos, profissionais da química, da física, da engenharia e da área têxtil trabalharam para transformar esse material em uma fibra que pudesse ser fabricada comercialmente em grandes quantidades. Em 1938, eles atingiram seu objetivo. Essa fibra sintética ganhou o nome de náilon.

O primeiro produto feito de náilon a tornar-se popular foram as meias-calças. Elas chegaram às lojas dos Estados Unidos em 1940. Logo no primeiro ano, cerca de 800.000 unidades foram vendidas. As meias-calças de náilon eram mais baratas que as de seda, usadas pelas mulheres até então. Em 1941, com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, o náilon passou a ser utilizado na produção de paraquedas, coletes à prova de balas, redes contra mosquitos e outros artigos que eram enviados aos soldados Aliados. Após o fim da guerra, a expansão do uso do náilon trouxe grandes mudanças para as indústrias do vestuário e da moda.

Atualmente, o náilon é empregado na fabricação de jaquetas, guarda-chuvas, escovas de dentes, linhas de pesca, barracas para acampamento, coleiras para animais, tapetes, cordas de violão, cordas para raquetes e muitos outros produtos. O náilon também pode ser moldado para dar origem a itens como brinquedos, parafusos, engrenagens, peças para automóveis e implantes médicos.

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