A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença causada por um vírus. No passado, a poliomielite atacava muitas crianças, deixando-as com os músculos paralisados. Com a descoberta de uma vacina, a partir da década de 1950, foi possível controlar a doença e eliminá-la na maioria dos países.

Os primeiros sintomas da poliomielite são muito sutis. Na verdade, muitas pessoas que contraem essa doença não sentem nada. Outras pensam que pegaram um resfriado. Em casos mais sérios, as pessoas reclamam de dores no pescoço, nas costas e nas pernas. As dores são um sinal de que o vírus da poliomielite atacou a coluna vertebral, de onde saem os nervos que controlam os músculos do corpo. É por isso que os músculos se tornam fracos com a doença.

Algumas pessoas recuperam a força muscular, mas outras perdem alguns movimentos para sempre. Se o vírus ataca os nervos que controlam os músculos das pernas, andar se torna difícil ou impossível. Se ele ataca os nervos que controlam os pulmões, a pessoa não consegue mais respirar sem a ajuda de aparelhos. Não há cura para a poliomielite.

Até a década de 1950, a poliomielite afetava milhares de pessoas em todo o mundo, principalmente crianças, mas adultos também. O presidente dos Estados Unidos Franklin Delano Roosevelt teve a doença já adulto e ficou com as pernas paralisadas.

No começo da década de 1950, o pesquisador Jonas Salk criou uma vacina injetável para proteger as pessoas do vírus que causa a poliomielite. A pólio desapareceu da maioria dos países, porque hoje em dia quase todas as crianças são vacinadas.

No Brasil, a vacinação começou a ser feita em 1961, e o último caso de poliomielite foi registrado em 1989. Apesar disso, as campanhas de vacinação continuam. Elas são muito importantes para garantir que nenhuma pessoa contraia esse vírus. A vacina contra a poliomielite utilizada no Brasil são gotinhas pingadas na boca da criança. Elas não doem e não têm gosto ruim. A vacina desse tipo foi desenvolvida por Albert Sabin.

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